sexta-feira, 29 de abril de 2011

Carta ao meu amigo.


Bom dia amigo,
Ontem, após nossa conversa, senti que deveria lhe escrever. Talvez seja “desnecessário”, mas eu quis! (ó)
Percebo que você busca racionalmente compreender tudo o que acontece e com certa habilidade, você também releva aquelas coisas incompreendidas, talvez para, num momento oportuno, voltar a refletir sobre elas.
Eu, pela minha característica emocional-emotiva, espero não ser deixada no meio das “incompreensões”. 
Pelos motivos que te expliquei, já fui obrigada a agir muitas vezes amparada apenas na razão, e assim, sofri muito.
Sei que em tudo que se vive o sofrimento está sempre presente e a racionalidade poderia evitá-lo, mas já a tempos decidi ser e praticar a minha essência: Emoção. Ainda que amanhã eu chore e te coloque na situação constrangedora de ter que lidar com isso, eu prefiro assim, sempre tentando, sempre em frente.
Não se trata de tristeza nem fraqueza. Só há aprendizado com a dor, principalmente para esses que são como eu. Mas você sabe: sei sorrir também, e muito!!!
Agradeço pelas palavras e, sobretudo, pela amizade, coisas que prezo muito e que nada irá me tirar.
Beijos,
Raquel

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